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	<title>GMarc Soluções</title>
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	<description>Integradora de soluções de alta tecnologia</description>
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	<title>GMarc Soluções</title>
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		<title>Para que serve a certificação do Cabeamento Estruturado?</title>
		<link>https://gmarc.com.br/2023/05/09/para-que-serve-a-certificacao-do-cabeamento-estruturado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gmarc Soluções]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 May 2023 15:34:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Business]]></category>
		<category><![CDATA[Cabeamento]]></category>
		<category><![CDATA[Certificação]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
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					<description><![CDATA[Protegendo seu investimento e garantindo produtividade e segurança Estudos mostram que metade dos problemas de Ethernet Industrial são causados por falhas de cabeamento. Sabemos que nada adianta investir em produtos de qualidade se a instalação não seguir as recomendações das normas, assim como também sabem os gestores que uma falha na rede passiva atrapalha a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="has-luminous-vivid-orange-color has-text-color wp-block-heading"><strong>Protegendo seu investimento e</strong> <strong>garantindo produtividade e segurança</strong></h3>



<p>Estudos mostram que metade dos problemas de Ethernet Industrial são causados por falhas de cabeamento. Sabemos que nada adianta investir em produtos de qualidade se a instalação não seguir as recomendações das normas, assim como também sabem os gestores que uma falha na rede passiva atrapalha a resolução dos problemas.</p>



<p>Então nada mais prático e seguro do que garantir a performance e a segurança contratadas e, ainda, poder contar com a garantia estendida dos fabricantes.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Como Funciona</h1>



<h3 class="has-luminous-vivid-orange-color has-text-color wp-block-heading"><strong><strong>Equipamentos adequados e integradores certificados</strong></strong></h3>



<p>A certificação deve realizada através de equipamentos testadores homologados pelos fabricantes de cabos e conectores, como o testador da Fluke, DSX-5000, capaz de certificar cobre e fibra.</p>



<p>Os equipamentos tem um elevado custo e devem ser calibrados a cada ano. Por conta disso, nem toda empresa instaladora está apta a realizar a certificação.</p>



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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/image-2.png" alt="" class="wp-image-1924" width="279" height="219" srcset="https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/image-2.png 566w, https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/image-2-300x235.png 300w" sizes="(max-width: 279px) 100vw, 279px" /></figure></div>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p>Entretanto é uma ferramenta fundamental para os instaladores garantirem que o sistema passivo está respeitando os parâmetros recomendados pelas normas e pelos fabricantes, mesmo quando o cliente não solicita ou desconhece seus benefícios</p>



<p>Além disso, os testadores são grandes aliados na resolução de problemas, para identificar onde estão e quais são as possíveis falhas de comunicação.</p>
</div>
</div>



<h1 class="has-black-color has-text-color wp-block-heading"><strong><strong>Benefícios</strong></strong></h1>



<h3 class="has-luminous-vivid-orange-color has-text-color wp-block-heading"><strong>Além de uma documentação, uma garantia</strong></h3>



<p>Dentre os principais benefícios da certificação do cabeamento estruturado, podemos citar:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Garantia de que os produtos foram devidamente instalados;</li><li>Redução de falhas de conexão e de tráfego de dados; </li><li>Garantia estendida do fabricante, que pode chegar a até 25 anos;</li><li>Audita o projeto, comprovando sua finalização adequada para os Owners e Managers;</li><li>Facilidade no gerenciamento e rapidez no diagnóstico de problemas de conexão;</li><li>Garante a escalabilidade da estrutura de rede; §Garantia de que os dados estão trafegando de forma adequada e segura atendendo a legislação vigente da LGPD.</li></ul>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como gerenciar sistemas compartilhados?</title>
		<link>https://gmarc.com.br/2022/12/07/como-gerenciar-sistemas-compartilhados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gmarc Soluções]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2022 14:11:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Business]]></category>
		<category><![CDATA[Câmeras]]></category>
		<category><![CDATA[CFTV]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Hiperconvergência]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[A área de TI (Tecnologia da Informação) é tratada de formas diferentes em empresas pequenas, médias e grandes. Nos dois primeiros casos, as equipes &#8211; muitas vezes reduzidas &#8211; são responsáveis por lidar com tudo o que envolve a infraestrutura de telecomunicações, para além das tradicionais redes de computadores e de telefonia. Hoje, a hiperconvergência [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A área de TI (Tecnologia da Informação) é tratada de formas diferentes em empresas pequenas, médias e grandes. Nos dois primeiros casos, as equipes &#8211; muitas vezes reduzidas &#8211; são responsáveis por lidar com tudo o que envolve a infraestrutura de telecomunicações, para além das tradicionais redes de computadores e de telefonia. Hoje, a hiperconvergência sobrecarrega esses profissionais que precisam desenvolver e gerenciar soluções nas mais diversas disciplinas, como monitoramento (CFTV), controles de acesso, gestão de energia, helpdesk, automação, áudio e vídeo, além de muitas vezes serem, também, responsáveis pela operação de sistemas. Essa centralização tende a ser inescapável por conta das limitações e braços de cada departamento.</p>



<p>Nas grandes empresas, entretanto, o cenário é outro, com maior especialização das equipes de acordo com suas áreas de atuação. Além da mais antiga e tradicional segmentação entre os times de infraestrutura e de sistemas, atualmente nota-se outras divisões que extrapolam o departamento de TI e trazem uma série de desafios para essas áreas, que passam a ser proprietárias de ecossistemas até então desconhecidos.</p>



<p>Para exemplificar esses cenários, tomemos como exemplo os projetos e manutenções de CFTV (circuito fechado de televisão), onde se nota uma tendência do sistema ser empurrado para os gerentes de Segurança Patrimonial, que passam a assumir a responsabilidade de desenvolver, implementar e gerenciar. Ao mesmo tempo, equipes de Melhoria Contínua, Controle de Qualidade e Segurança do Trabalho também têm utilizado cada vez mais as ferramentas de monitoramento por imagem, de acordo com cada necessidade.</p>



<p>Então,</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como deve ser feita a gestão dos sistemas e subsistemas do CFTV da empresa?</h3>



<p>Autonomia absoluta para cada área? TI figura o papel de proprietária, tendo seus clientes internos? TI figura o papel de parceiro de negócios das áreas, atuando de forma consultiva? Busca-se um parceiro externo para cumprir o papel da TI sobrecarregada?</p>



<p>Assumindo que a aplicação (no caso, o CFTV) não é mais uma caixinha dentro da TI, mas que todas essas áreas são proprietárias do sistema, vemos uma inversão lógica na gestão. Isso implica em menor gestão do topo para a base (comando e controle) e maior foco na experiência de cada área.</p>



<p>Dessa forma, compartilho duas alternativas que tenho me deparado em alguns clientes para esta gestão e quais são suas vantagens e desvantagens:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. <strong>Sistemas Independentes:</strong></h3>



<p>Cada área tem total autonomia para desenvolver, implementar, aprimorar e manter suas aplicações de forma independente. A gestão fica a cargo de cada departamento que tratará da forma que lhe for conveniente, adotando suas próprias práticas e contando (ou não) com seus próprios parceiros de negócio. Os investimentos são individualizados, respeitando a prioridade e necessidade de cada área de acordo com o orçamento disponível.</p>



<p><strong>Prós:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Cada área tem liberdade para priorizar e alocar recursos de acordo com sua necessidade;</li><li>As decisões podem ser tomadas mais rapidamente;</li><li>Os sistemas são menores, o que torna a gestão mais simplificada;</li></ul>



<p><strong>Contras:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Cada área precisa desenvolver e incorporar a expertise necessária para gerenciar seus projetos;</li><li>A limitação técnica e a falta de padronização abrem brecha para maiores erros de projetos e práticas;</li><li>Os custos globais de aquisição e manutenção dos sistemas tendem a ser maiores, uma vez que as áreas não compartilham a infraestrutura;</li><li>Departamentos com o orçamento limitado terão maior dificuldade em conseguir implementar seus projetos;</li></ul>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading">2. <strong>Sistemas Interdependentes:</strong></h3>



<p>Define-se uma equipe para centralizar as demandas e indicar as diretrizes do sistema, que devem ser obedecidas por todas as áreas. A gestão é compartilhada por um comitê (squad) composto pelas áreas interessadas e apoiada na figura de um parceiro de negócio, responsável por oferecer todo o suporte e consultoria.</p>



<p><strong>Prós:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Menor custo de aquisição e manutenção, já que os investimentos são compartilhados;</li><li>Maior visibilidade dos sistemas e investimentos, possibilitando uma melhor gestão e planejamentos futuros;</li><li>A padronização dos sistemas garante que as instalações seguirão as normas e melhores práticas adotadas pela empresa, evitando futuros retrabalhos;</li><li>Menor investimento em capacitação técnica, já que as áreas não precisam necessariamente se especializar;</li></ul>



<p><strong>Contras:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>As áreas devem entrar em acordo para planejar e tomar decisões;</li><li>O sistema é maior e mais complexo, o que exige participação de todas as áreas na gestão;</li><li>Áreas com diferentes poder de influência (e orçamento) podem implicar em entraves e desacordos;</li><li>As decisões tendem a ser mais lentas;</li></ul>



<p>Independente de qual modelo será adotado, fica claro que a forma antiga de gestão com determinação top-down não se aplica mais a subsistemas que compõem os campos da TI tradicional. Assim como já vem acontecendo para produtos e projetos em empresas que adotam metodologias ágeis, novas formas seguem sendo testadas e aprimoradas, mas a tendência percebida é que se torna cada vez mais necessária a formação de squads (times multidisciplinares) com missões claras e trabalho colaborativo.</p>



<p>Mesmo que se opte por atuar de forma independente, os desafios de cada setor devem ser compartilhados entre si para que as soluções sejam mais assertivas e os riscos mitigados. Essa orquestração pode ser desafiadora, mas os benefícios se apresentam recompensadores. Vale destacar que a figura de uma pessoa para ser owner do sistema é fundamental para facilitar a gestão das demandas e dos projetos e a grande novidade é que ela não precisa estar, necessariamente, no departamento de TI.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Além da solução de problemas, prevenção de problemas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gmarc Soluções]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jul 2022 12:32:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Business]]></category>
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					<description><![CDATA[Os profissionais responsáveis pela infraestrutura de TI nas empresas são diversas vezes desafiados a gerenciar um sistema absolutamente crítico, sem poder contar com uma quantidade suficiente de recursos. São dificuldades na gestão de um grande número de sites com uma equipe reduzida, na gestão de múltiplos fabricantes, na falta de monitoramento e gerenciamento remoto e, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os profissionais responsáveis pela infraestrutura de TI nas empresas são diversas vezes desafiados a gerenciar um sistema absolutamente crítico, sem poder contar com uma quantidade suficiente de recursos. São dificuldades na gestão de um <strong>grande número de sites com uma equipe reduzida</strong>, na gestão de <strong>múltiplos fabricantes</strong>, na <strong>falta de monitoramento e gerenciamento remoto</strong> e, principalmente, na capacidade de <strong>evitar tempo de parada</strong>.</p>



<p>Tudo isso acaba sendo tratado com muito empenho, mas pouco resultado. Com recursos escassos e demandas cotidianas que roubam a atenção, toda a infraestrutura está a cada dia mais perto de uma falha que pode tomar grandes proporções e gerar custos tanto operacionais como por falta de previsibilidade.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignright size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/07/desafios.png" alt="" class="wp-image-1775" width="362" height="393" srcset="https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/07/desafios.png 499w, https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/07/desafios-276x300.png 276w" sizes="(max-width: 362px) 100vw, 362px" /></figure></div>



<p>Vamos exemplificar um cenário cotidiano com a gerente de infraestrutura de TI da Feet And Kite Enterprise, Rafaela Andrade, que precisava prever o orçamento para investimentos do próximo ano. Como é experiente, ela já estava querendo considerar uma margem para possíveis necessidades corriqueiras, mas não tinha visibilidade alguma se, de fato, ocorreria algum problema e onde ocorreria.</p>



<p>A Rafaela sabe que <strong>uma falha na infraestrutura crítica, </strong>como em um nobreak, poderá trazer grandes problemas para ela, sua equipe e, claro, sua empresa.<strong> A perda de comunicação na automação ou no ERP paralisaria todo o processo produtivo e administrativo</strong>, mas como não conseguia prever se haveria alguma falha, contava mais com a sorte do que com o domínio da situação.</p>



<p>Numa sexta-feira qualquer, as baterias do nobreak principal do datacenter de uma de suas unidades estavam trabalhando dentro do limite de vida útil recomendada pelo fabricante, mas a uma temperatura acima do ideal. Por volta das 16h30, houve uma pequena oscilação e queda de energia e o nobreak falhou. Muitos dados foram corrompidos e o final de semana foi para o ralo.</p>



<p>Quando questionada por sua liderança, a Rafaela justificou que sua equipe eventualmente checa a saúde das baterias, mas como <strong>este nobreak era de outra marca, esqueceu de verificar o outro software</strong> e acabou deixando passar.</p>



<p>Depois do susto, <strong>a Rafaela foi procurar a GMarc</strong> para se atualizar sobre os softwares de gestão de datacenter e se surpreendeu com alguns recursos que a nova geração proporciona.</p>



<p>Enquanto os antigos softwares se limitam a alarmar diante dos eventos e analisar a raiz do problema, a nova geração também consegue avaliar o que acontecerá, através de uma <strong>análise preditiva, baseada em Big Data e benchmarking</strong>, e realizar uma análise prescritiva de melhores práticas para<strong> prevenir falhas e aumentar a vida útil dos equipamentos</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="924" height="306" src="https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/07/nova-geracao-dcim.png" alt="" class="wp-image-1776" srcset="https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/07/nova-geracao-dcim.png 924w, https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/07/nova-geracao-dcim-300x99.png 300w, https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/07/nova-geracao-dcim-768x254.png 768w, https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/07/nova-geracao-dcim-600x199.png 600w" sizes="(max-width: 924px) 100vw, 924px" /></figure>



<p>Com a nova tecnologia, a Rafaela poderá identificar como se encontram hoje e como estarão amanhã seus <strong>nobreaks, PDUs, sensores e ar de precisão</strong>, podendo prever quais serão suas prioridades. Para o orçamento do próximo ano ela saberá exatamente o que precisará para sua área mais crítica.</p>



<p>Uma pena que a Rafaela só tenha ido se atualizar depois de um grande susto. Com a parceria da GMarc, ela saberia que <strong>se tivesse reduzido a temperatura do datacenter em 5º C, teria ganho mais um ano e meio de vida útil nas baterias do seu nobreak</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="533" src="https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/07/ecostruxure-1024x533.png" alt="" class="wp-image-1790" srcset="https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/07/ecostruxure-1024x533.png 1024w, https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/07/ecostruxure-300x156.png 300w, https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/07/ecostruxure-768x400.png 768w, https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/07/ecostruxure-1536x800.png 1536w, https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/07/ecostruxure-2048x1067.png 2048w, https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/07/ecostruxure-600x312.png 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>O importante é que agora <strong>uma gama de possibilidades se abriu </strong>para a Rafaela, que <strong>poderá reduzir riscos, otimizar as capacidades e o desempenho da sua infraestrutura, planejar mudanças, reduzir o OPEX e aumentar o ROI de seus ativos.</strong></p>



<p>É um <strong>alto impacto a um custo muito reduzido</strong>, através dos <strong>serviços 24&#215;7 da GMarc, com monitoramento remoto, relatórios, correções, verificações de saúde, análises preditivas, atualizações de firmware e de segurança e configurações em massa</strong>.</p>



<p>Entre em contato com a <strong>GMarc</strong> também para conhecer um pouco mais sobre todos os recursos da <strong>nova geração de DCIM</strong> para infraestrutura crítica que a <strong>Schneider</strong> <strong>Electric</strong> desenvolveu e está revolucionando o mercado de tecnologia.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Case: Auditório CTC &#8211; Pro A/V</title>
		<link>https://gmarc.com.br/2022/05/26/case-auditorio-ctc-pro-a-v/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gmarc Soluções]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 May 2022 17:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Business]]></category>
		<category><![CDATA[audio]]></category>
		<category><![CDATA[ctc]]></category>
		<category><![CDATA[panasonic]]></category>
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		<category><![CDATA[sonorização]]></category>
		<category><![CDATA[video]]></category>
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					<description><![CDATA[A GMarc Soluções foi convidada a desenvolver e implementar o mais recente projeto de Áudio e Vídeo Profissionais no Auditório do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), em Piracicaba (SP). A sala acústica existente passou por uma reforma geral, que buscava aprimorar a qualidade de som e imagem e permitir maior flexibilidade aos apresentadores. O foco [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <strong>GMarc Soluções</strong> foi convidada a desenvolver e implementar o mais recente projeto de <strong>Áudio e Vídeo Profissionais</strong> no <strong>Auditório</strong> do <strong>Centro de Tecnologia Canavieira</strong> <strong>(CTC)</strong>, em Piracicaba (SP).</p>



<p>A sala acústica existente passou por uma reforma geral, que buscava aprimorar a qualidade de som e imagem e permitir maior flexibilidade aos apresentadores. O foco estava em melhorar tanto a sonorização dos microfones e apresentações, quanto a qualidade das imagens projetadas na tela localizada ao fundo do palco.</p>



<p>Para o maior centro de tecnologia de cana-de-açúcar do mundo, a GMarc propôs soluções de ponta e completamente personalizadas em parceria a grandes fabricantes, como a <strong>YAMAHA</strong> para os equipamentos de áudio (Mixer, Amplificadores e Caixas Acústicas), a <strong>SHURE</strong> para os microfones e a <strong>PANASONIC</strong> para a projeção de imagens.</p>



<p>Os equipamentos que integram os sistemas de sonorização e imagem foram instalados em um <strong>Rack</strong>, dentro da <strong>Sala de Controle</strong>.</p>



<p>Todo o sistema de áudio e vídeo são <strong>controlados via software</strong>.</p>



<p>O próximo passo do projeto será implantar a automação do ambiente, controlando iluminação, refrigeração e todo sistema de forma interativa e, também, remota.</p>



<p>Confira a seguir os principais produtos utilizados neste case.</p>



<p></p>



<p></p>



<p> </p>



<p class="has-luminous-vivid-orange-color has-text-color has-medium-font-size"><strong>Equipamentos</strong></p>



<p><strong>PROCESSADOR YAMAHA MTX3</strong></p>



<p>Concebidos principalmente para use em instalações comerciais multizona, os processadores de matriz da Série MTX estão equipados com funções de processamento flexíveis, essenciais para uma grande variedade de aplicações, tais como lojas de departamento, restaurantes/bares, academias, etc. Através do software MTX Editor é possível configurar, programar e gerenciar a solução completa do seu som.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/05/image.png" alt="" class="wp-image-1708" width="433" height="156" srcset="https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/05/image.png 680w, https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/05/image-300x108.png 300w, https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/05/image-600x216.png 600w" sizes="(max-width: 433px) 100vw, 433px" /></figure></div>



<p><strong>AMPLIFICADORES YAMAHA PX5</strong></p>



<p>Recorrendo à reconhecida tecnologia Yamaha de processamento digital de sinal, aliada a uma experiência a nível de áudio profissional sem precedentes, a nova série PX oferece amplificadores de design moderno, leves e robustos, capazes da máxima potência de saída para as colunas, protegendo-as simultaneamente através de processamento otimizado.</p>



<p>Motor de amplificação Classe-D recentemente desenvolvido com um LSI personalizado, Funções flexíveis de PEQ onboard, crossover, filtros, delay e limiter, Presets de alto falante Yamaha. Utilidades para uma operação segura.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/05/image-1.png" alt="" class="wp-image-1709" width="381" height="161" srcset="https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/05/image-1.png 525w, https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/05/image-1-300x127.png 300w" sizes="(max-width: 381px) 100vw, 381px" /></figure></div>



<p><strong>CAIXAS ACÚSTICAS YAMAHA VXL1W</strong></p>



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<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:auto 26%"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="259" height="398" src="https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/05/image-2.png" alt="" class="wp-image-1710 size-full" srcset="https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/05/image-2.png 259w, https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/05/image-2-195x300.png 195w" sizes="(max-width: 259px) 100vw, 259px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>A série de alto-falantes line array VXL combina qualidade de som excepcional e formato fino como ninguém.</p>



<p>Excelente projeção, volume uniforme e qualidade de som. Ideal para ambientes amplos, é uma ótima opção para salas multiuso, salas de conferência e de aula, ou em instalações que exigem clareza no som.</p>



<p>As caixas gradeadas slim de 54 milímetros de largura, com design elegante em curva, combinam bem com qualquer decoração. O som uniforme reproduz voz e música com alta qualidade em uma ampla gama de aplicações.</p>
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<p><strong>SUBWOOFER YAMAHA VXS10S</strong></p>



<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:auto 31%"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="194" height="154" src="https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/05/subwoofer.jpg" alt="" class="wp-image-1755 size-full"/></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p class="has-medium-font-size">Os subwoofers&nbsp;estendem suavemente a faixa de baixa frequência com excelente qualidade sonora para uma reprodução musical maior e mais realista. O VXS10S disponibiliza potência de baixa frequência para situações que exigem autoridade máxima de graves.</p>
</div></div>



<p></p>



<p><strong>MICROFONES SEM FIO SHURE SLXD24BR/SM58-L55</strong></p>



<p>Com a cápsula de microfone dinâmico supercardióide Beta®58A na parte superior do transmissor de mão sem fio SLXD2, o SLXD24 fornece áudio digital de 24 bits transparente e estabilidade de RF sólida para as mais diversas aplicações.</p>



<p>Neste projeto, ainda foram instaladas duas ANTENAS SHURE UA834WB para amplificação da cobertura de sinal do microfone em toda a sala.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="516" height="325" src="https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/05/microfones-shure.png" alt="" class="wp-image-1764" srcset="https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/05/microfones-shure.png 516w, https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/05/microfones-shure-300x189.png 300w" sizes="(max-width: 516px) 100vw, 516px" /></figure>



<p></p>



<p><strong>PROJETOR PROFISSIONAL PANASONIC PT-VZ580U</strong></p>



<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="729" height="599" src="https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/05/projetor-1.jpg" alt="" class="wp-image-1752 size-full" srcset="https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/05/projetor-1.jpg 729w, https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/05/projetor-1-300x247.jpg 300w, https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2022/05/projetor-1-600x493.jpg 600w" sizes="(max-width: 729px) 100vw, 729px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>O equipamento foi escolhido de forma customizada para atender com precisão ao cenário, luminosidade e distâncias</p>



<p>Seus 5000 lúmens de brilho e relação de contraste dinâmico de 16.000: 1 irão trabalhar juntos para superar a luz em salas relativamente brilhantes e fornecer detalhes em áreas escuras da imagem.</p>
</div></div>



<p>Seus 5000 lúmens de brilho e relação de contraste dinâmico de 16.000: 1 irão trabalhar juntos para superar a luz em salas relativamente brilhantes e fornecer detalhes em áreas escuras da imagem.</p>



<p>Um sensor integrado mede a luz ambiente enquanto a Daylight View Basic (quando ajustada para o modo AUTO) ajusta a cor de meio-tom e o brilho para adequar a iluminação ambiente.</p>



<p>As tecnologias do projetor se combinam para manter os níveis de ruído abaixo de apenas 29 dB no Modo ECO2, de modo que o som da ventoinha de resfriamento é dificilmente perceptível, ajudando a manter a atenção focada nas cenas de apresentação e vídeo.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>CRM antes de 1970</title>
		<link>https://gmarc.com.br/2020/06/02/crm-antes-1970/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gmarc Soluções]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2020 17:37:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Business]]></category>
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					<description><![CDATA[Fui desafiado a escrever sobre o CRM:&#160;plataforma de gerenciamento e relacionamento com os clientes.&#160; É um assunto relativamente batido e a sigla por si só já traduz o que é:&#160;Customer Relationship Management. Ou, tradução ao pé da letra:&#160;Gerenciamento de Relacionamento com o Cliente. Mas, vendo o termo, parece que é algo tão recente e revolucionário. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Fui desafiado a escrever sobre o CRM:&nbsp;plataforma de gerenciamento e relacionamento com os clientes.&nbsp;</p>



<p>É um assunto relativamente batido e a sigla por si só já traduz o que é:&nbsp;<em><strong>Customer Relationship Management.</strong></em><em><strong></strong></em></p>



<p>Ou, tradução ao pé da letra:&nbsp;<strong>Gerenciamento de Relacionamento com o Cliente.</strong></p>



<p>Mas, vendo o termo, parece que é algo tão recente e revolucionário.</p>



<p>O termo até pode ser relativamente recente, mas, o que está por trás, vem de longa data.</p>



<p>Só foi aperfeiçoado.</p>



<p>Então vai aqui uma historinha das antigas, já com um conceito de CRM da época.</p>



<p>Me lembro que, quando criança, e isso já tem perto de 50 anos, nossa família fazia a chamada &#8220;compra do mês&#8221; em um Supermercado que já naquela época fazia o então&nbsp;<strong>&#8220;delivery&#8221;.</strong></p>



<p>Quando precisava de algumas poucas coisas que acabavam rápido e não dava pra esperar a compra do mês, minha mãe costumava comprar no Armazém do Seu Laurindo, bem próximo de casa, alí no bairro de São Benedito.</p>



<p>Chamávamos o armazém de&nbsp;<strong>COMAPE.</strong>&nbsp;</p>



<p>Até hoje não sei se o nome era algo relacionado à família, dona do lugar, ou se era sigla de alguma coisa ou se já era algo que pretendesse criar uma marca.</p>



<p>O armazém na verdade era uma pequena venda, conforme a foto abaixo, que mal cabiam duas pessoas, mas que era cheia dos mais variados itens.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="262" height="257" src="https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2020/06/image002-1.jpg" alt="" class="wp-image-1565"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="273" height="255" src="https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2020/06/image004-2.jpg" alt="" class="wp-image-1567"/></figure>



<p>Quem viveu esta época vai lembrar (com saudades até)&#8230;</p>



<p>O armazém vendia de tudo o que se imaginava.</p>



<p>De bolacha a fumo de corda, de gomos de linguiça a temperos, óleos e azeites. &nbsp;Cigarros, cachaça (que meu velho gostava), Rodinhos, vassouras, doces, sacos de estopa e queijo duro, .. era um mundinho de coisas.&nbsp;</p>



<p>O que era vendido por kg, era pesado em uma balança &#8220;analógica&#8221;, aquelas com um prato de cobre ou bronze e contrapeso. A precisão era incrivelmente duvidosa, mas que não gerava qualquer discussão.</p>



<p>Tudo era devidamente anotado em uma &#8220;cardeneta&#8221; (caderneta na verdade), à caneta e até a lápis.&nbsp;E, acreditem, não tinham rasuras ou marcas de apagadas.</p>



<p>Tudo era feito na base da confiança. No fio do bigode.&nbsp;</p>



<p>Dificilmente erravam.</p>



<p>Isso era lá em Jaú, com o Seu Laurindo&#8230;</p>



<p>Às vezes minha mãe ia fazer a compra, às vezes ia meu pai ou meus irmãos mais velhos. </p>



<p>Eu só pude ir um ou dois anos depois, quando atingi logo os 7 ou 8 anos&#8230;e já perambulava pela vizinhança com uma caixa de engraxate que meu pai me ajudou a fazer (na verdade foi ele quem fez).&nbsp;</p>



<p>Sempre que minha mãe precisava, eu ia até à COMAPE (junto com alguém ou sozinho), principalmente por causa das bolachas de maisena que eu gostava.</p>



<p>O interessante dessas bolachas é que não vinham em embalagens fechadas.</p>



<p>Vinham dentro de uma lata grande (foto abaixo), igual a essas de tinta.&nbsp;</p>



<p>Vendidas soltas, por porções que geralmente era uma ou mais &#8220;mão&#8221; do dono do armazém.</p>



<p>A gente torcia pra ele encher a mão.&nbsp;</p>



<p>Pois é, ele pegava as bolachas com as mãos&#8230;sem qualquer proteção&#8230;E a gente comia assim.</p>



<p>Seu Laurindo as colocava em saquinhos de papel, pequenos. Até porque, não se compravam muitas.</p>



<p>Sempre pequenas porções.</p>



<p>Meus pais pediam apenas &#8220;uma mão&#8221; e &#8220;tá bão&#8221;&#8230;</p>



<p>Tudo era contadinho.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="550" height="195" src="https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2020/06/image010.png" alt="" class="wp-image-1568" srcset="https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2020/06/image010.png 550w, https://gmarc.com.br/wp-content/uploads/2020/06/image010-300x106.png 300w" sizes="(max-width: 550px) 100vw, 550px" /></figure>



<p>Geralmente eles também compravam alguns gomos de linguiça. Isso mesmo: gomos.&nbsp;</p>



<p>Nem tudo se vendia por kg. No caso da linguiça, eles vendiam por gomos.</p>



<p>Me lembro que, em uma dessas compras junto com meu pai, a lista da minha mãe não tinha as bolachas que eu tanto gostava.&nbsp;</p>



<p>Quando terminou a compra, o dono do armazém, Seu Laurindo puxou a &#8220;cardeneta&#8221;, virou pro meu pai e perguntou: &#8220;Arceu &#8211; meu pai se chamava Alceu, mas todo mundo trocava o &#8220;L&#8221; pelo &#8220;R&#8221;, até porque em Jaú forçamos o &#8220;R&#8221; &#8211; você não esqueceu nada?</p>



<p>Não vai levar as bolachas hoje&#8221;?</p>



<p>Por um momento meu pai hesitou.&nbsp;</p>



<p>E Seu Laurindo continuou: &#8220;leva, o menino gosta, e já faz 15 dias da última vez que o Sr. Levou&#8221;.&nbsp;</p>



<p>Então meu pai voltou e pegou a &#8220;mão&#8221; de bolacha.&nbsp;</p>



<p>O dono do armazém (COMAPE), conhecia bem minha família.</p>



<p>Afinal, ele também tinha tudo anotado em sua &#8220;cardeneta&#8221;.&nbsp;</p>



<p>E esta caderneta tinha o nome dos meus pais, o endereço (não tinha telefone porque isso era coisa rara) e &nbsp;era onde ele fazia todo o controle pra saber o que cada &#8220;freguês&#8221; costumava comprar, quando comprava, quanto normalmente gastava, e se tinham pago ou não.</p>



<p>Vez ou outra ele perguntava aos seus clientes (mais amigos do que clientes), se não iam levar isso ou aquilo.</p>



<p>Afinal, ele tinha nas mãos (na caderneta) qual era o perfil dos seus clientes.</p>



<p>Tinha as informações que precisava e gerenciava isso com maestria.</p>



<p>É verdade que os tempos eram outros e que a ambição do Seu Laurindo talvez fosse apenas a de manter o negócio rodando e deixar um legado aos seus filhos.</p>



<p>Mais do que patrimônios, talvez seu maior legado tenha sido a forma como conhecia e tratava seus clientes, o que gerou uma forte relação de confiança entre eles e que, por consequência, fidelizava estes clientes.</p>



<p>Por isso que eu disse no início que desde muito antes já se fazia CRM como poucos, com quase nenhuma ferramenta ou com ferramentas simples.</p>



<p>Sem dúvida hoje chegamos a um modelo de CRM muito melhor estruturado, dinâmico e eficiente, que não se compara ao antigo modelo.<br>Mas, o antigo conceito nos trouxe ao momento e nos ensina o que significa fazer relacionamento.</p>



<p>Mais do que ferramentas, a informação e os exemplos estão disponíveis.</p>



<p>Saber usá-los de forma eficiente, compartilhada e com maestria é o desafio a ser superado.</p>



<p></p>



<p><em>Gerson A. Marconi</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Mercado de segurança de TI deve crescer 12% na América Latina, diz IDC Brasil</title>
		<link>https://gmarc.com.br/2020/05/07/mercado-de-seguranca-de-ti-deve-crescer-12-na-america-latina-diz-idc-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gmarc Soluções]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2020 18:38:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Business]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado de segurança de TI deve atingir quase US$ 4 bilhões na América Latina em 2020, segundo a consultoria IDC Brasil. Porém, destaca o gerente de pesquisa e consultoria em Enterprise da IDC Brasil, Luciano Ramos, existe uma diferença entre intenção – 57% das empresas entrevistadas pela IDC indicaram segurança da TI como tema [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O mercado de segurança de TI deve atingir quase US$ 4 bilhões na América Latina em 2020, segundo a consultoria IDC Brasil. Porém, destaca o gerente de pesquisa e consultoria em Enterprise da IDC Brasil, Luciano Ramos, existe uma diferença entre intenção – 57% das empresas entrevistadas pela IDC indicaram segurança da TI como tema prioritário – e, de fato, o investimento, que acelera 12% em 2020 frente ao ano anterior. “As empresas estão abertas e discutindo temas de segurança, mas quando se trata de investir há limitações e orçamentos a cumprir. A necessidade é de ampliar a percepção da segurança como um habilitador de negócios”, explica.</p>



<p>Nessa agenda de prioridades estão também as tecnologias de Inteligência Artificial, Machine Learning, Computação Cognitiva e Internet das Coisas, que têm papel importante nas soluções de segurança para correlacionar de maneira mais efetiva os eventos de segurança, entender comportamentos dos usuários, como cada pessoa consome informações e os recursos existentes em cada organização. “Apesar do papel distinto, IA e Machine Learning vêm sendo aplicadas para solucionar problemas de negócios e entender melhor as informações que estão sendo geradas, oferecendo mais resultados e otimizando processos”, explica o gerente de pesquisa da IDC Brasil. Já a Internet das Coisas não está só em projetos fora das organizações, como Cidades Inteligentes. “Começamos a ver um movimento dentro de TI e TO, fazendo com que a operação gere mais insumos para que TI possa analisar e gerar <em>insights</em> para otimizar recursos”, afirma o gerente da IDC Brasil.</p>



<p>Ainda no segmento de segurança, a IDC Brasil aponta como tendência o conceito de futuro da confiança ou &#8220;Future of Trust&#8221;, condições definidas para que empresas decidam com quem vão se relacionar. “O futuro da confiança vai além da ideia tradicional do que é confiar e envolve também questões de regulação, leis específicas para as indústrias e países e conceitos de privacidade, algo importante no Brasil por conta da LGPD”, afirma Ramos. Ele ressalta que os programas de &#8220;Digital Trust&#8221; possuem métricas baseadas nos pilares de confiança para saber se o nível de maturidade das empresas está adequado aos seus projetos. Essas métricas, em médio e longo prazo, serão a base para as organizações decidirem se devem ou não fazer negócios com outras empresas.</p>



<p>No ambiente de nuvem, as empresas estão incluindo a segurança como parte da estratégia para ter bons resultados. Na hora de montar a estratégia de nuvem, os benefícios esperados pelas organizações são: em Nuvem Pública, agilidade (43%), Segurança (42%), simplicidade e padronização (41%). Em Nuvem Privada, Segurança (52%), agilidade (43%), simplicidade e padronização (42%). Já na Multicloud, os benefícios esperados são: agilidade (35%), empoderamento das áreas de negócios (35%) e segurança (34%). No entanto, 1/3 das empresas ainda não conseguem enxergar como a nuvem pode realmente impactar os processos de segurança. “Ainda que os números sejam positivos e interessantes, há necessidade de se tomar cuidado com o entendimento do uso de nuvem porque a nuvem não resolve problemas de segurança automaticamente. É preciso um plano estratégico de segurança com investimentos para lidar com um ambiente de maior exposição, que é a nuvem”, ressalta Ramos.</p>



<p>Para o gerente de pesquisa da IDC Brasil, os fabricantes de soluções de segurança precisam entender como as empresas estão mudando a maneira como consomem soluções. “Tanto a indústria como os provedores de serviços precisam repensar seu discurso no mercado, em linha com a estratégia de confiança de seus clientes. Em relação às empresas clientes, ter um modelo de maturidade de Segurança Cibernética alinhado à Transformação Digital permitirá, que elas entendam melhor como serem mais eficientes com seus orçamentos”, acrescenta.Fonte: <a href="https://www.datacenterdynamics.com/br/not%C3%ADcias/mercado-de-seguran%C3%A7a-de-ti-deve-crescer-12-na-am%C3%A9rica-latina-diz-idc-brasil/">Data Center Dynamics</a></p>
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		<title>Cinco tendências em data centers em 2020</title>
		<link>https://gmarc.com.br/2020/05/07/cinco-tendencias-em-data-centers-em-2020/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Gmarc Soluções]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2020 18:30:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Business]]></category>
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					<description><![CDATA[A Vertiv, líder global em soluções de infraestrutura de missão crítica para eletrônicos, anuncia cinco tendências para data centers em 2020. Essas tendências foram pesquisadas e identificadas por especialistas da Vertiv. Fica claro que as organizações estão desistindo da oposição entre on premises ou cloud, passando a adotar arquiteturas híbridas que incorporam modelos de cloud [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Vertiv, líder global em soluções de infraestrutura de missão crítica para eletrônicos, anuncia cinco tendências para data centers em 2020. Essas tendências foram pesquisadas e identificadas por especialistas da Vertiv. Fica claro que as organizações estão desistindo da oposição entre on premises ou cloud, passando a adotar arquiteturas híbridas que incorporam modelos de cloud público e privado. Esse quadro inclui ativos de edge ao redor de um core reconfigurado.</p>



<p>As arquiteturas híbridas permitirão às organizações manter o controle sobre os dados, ao mesmo tempo em que atenderão às demandas por mais capacidade e mais recursos de computação perto do consumidor. Nesse novo ecossistema de data center, conectividade e disponibilidade se tornam conceitos indissociáveis. Para que essas metas sejam atingidas, será cada vez mais importante manter comunicações contínuas do core para a cloud e da cloud para a edge.</p>



<p>“Um novo equilíbrio está surgindo no espaço de data centers – isso acontece no exato momento em que a indústria enfrenta os desafios relativos à capacidade e às aplicações avançadas; esse quadro está provocando mudanças importantes em data centers de todos os tamanhos e formatos”, disse Rob Johnson, CEO da Vertiv. “E, em paralelo, a velocidade da implementação de data centers está se tornando um ponto crítico para o mercado. Esse fator irá moldar os investimentos e as inovações ao longo de 2020. A mensagem para os fornecedores de equipamentos para data centers é clara: o status quo não é aceitável”.</p>



<p><em>Veja abaixo mais detalhes das tendências para data centers identificadas pelos especialistas da Vertiv:</em></p>



<p>1. Arquiteturas híbridas se popularizam: embora a Cloud Computing continue sendo uma parte importante da estratégia da maioria das organizações de TI, estamos vendo uma mudança na estratégia. As necessidades das aplicações estão levando as organizações a repensar seu mix e seus gastos de TI. Conforme vemos mais dessas arquiteturas híbridas, fica claro que os data centers corporativos estão vivos e bem, com perfis que refletem um mix que melhor atenda às organizações modernas.</p>



<p>2. Velocidade de implementação como a nova corrida armamentista: conforme os recursos entre tecnologias e sistemas vão ficando semelhantes, os gestores de data centers e de TI irão cada vez mais buscar outros critérios para selecionar equipamentos. Os custos sempre são um divisor, mas a decisão dependerá mais e mais do quão rapidamente os ativos possam ser implementados. Quando todos os outros fatores ficam muito próximos, qualquer vantagem na velocidade de implementação e de ativação pode ser o fator determinante. Isso é especialmente verdadeiro conforme a computação continua a migrar para a edge. Nesse quadro, o atraso na entrega significa a falta de serviços digitais e de receitas provenientes desses serviços.</p>



<p>3. Densidade média dos racks permanece estática&#8230; mas: a densidade dos racks refletirá, no melhor dos casos, aumentos marginais. Ainda assim, o aumento das aplicações avançadas e das cargas de trabalho relacionadas com a Inteligência Artificial (IA), como aprendizado de máquina e o aprendizado profundo, tornarão os bolsões de computação de alto desempenho necessários e cada vez mais comuns. Os especialistas da Vertiv preveem que em 2020 as primeiras atividades nesse espaço acontecerão nas áreas de defesa, analytics avançada e manufaturas.</p>



<p>Esses avanços prepararão a base para uma adoção mais difundida em 2021 e nos anos seguintes. Até agora, esses racks representam um percentual minúsculo do total de racks. Ainda assim, eles podem apresentar desafios pouco conhecidos nos campos de alimentação de energia e refrigeração – desafios que precisam ser endereçados. O crescente interesse em refrigeração líquida direta é uma resposta às demandas de computação de alto desempenho.</p>



<p>4. As baterias se pagam: em 2016, especialistas da Vertiv previram que as baterias de íon-lítio começariam a encontrar lugar nos data centers e isso se provou verdadeiro: hoje as baterias de íon-lítio têm uma participação significativa no mercado de baterias para UPS. Essa participação está crescendo e começando a se expandir para os sites de edge, onde um footprint menor e menores requisitos de manutenção são uma combinação perfeita.</p>



<p>O próximo passo é aproveitar a flexibilidade das íon-lítio e de outras alternativas em baterias que estão surgindo, como as de placas finas de chumbo puro (TPPL), para compensar seu custo. Ao longo de 2020, mais organizações começarão a vender essa energia armazenada nas baterias para a concessionária, para ajudar a estabilização da rede pública e os cortes dos picos de demanda. Esse ganho deverá ser parte importante das discussões sobre sustentabilidade na indústria de data centers.</p>



<p>5. Polinização cruzada global: os Estados Unidos, particularmente o Vale do Silício, têm sido o epicentro do universo digital e da geração atual de desenvolvimento de data centers. A verdade, porém, é que a inovação acontece em todos os lugares. Um ecossistema digital paralelo com diferenças notáveis está surgindo na China. Data centers europeus e em mercados asiáticos e do Pacífico Sul, como Austrália, Nova Zelândia e Singapura, estão evoluindo e se distanciando das práticas tradicionais. Isso está sendo feito para resolver problemas regionais específicos relacionados com a privacidade e controle de dados e com a sustentabilidade.</p>



<p>Por exemplo, a conformidade com o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR) está levando a decisões difíceis sobre o gerenciamento de dados em todo o mundo. O mesmo deve acontecer no Brasil, com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Essas questões e uma maior atenção aos impactos ambientais, estão gerando novas formas de pensar sobre arquiteturas híbridas. Há novas visões, também, sobre o valor da computação e do armazenamento de dados feitos no local.</p>



<p>Na China, alguns data centers estão usando alimentação de 240V DC em servidores modificados pelo fabricante para aumentar a eficiência e reduzir custos. DC Power tem sido por muito tempo um objetivo teórico dos data centers nos Estados Unidos. Não é difícil visualizar outras partes do mundo adotando o modelo que é hoje usado na China.</p>



<p><em>“Como acontece no resto do mundo, a indústria de data centers na América Latina está lutando com os desafios relativos à capacidade e à necessidade crescentes por mais velocidade na implementação de tecnologia. Estamos empenhados em formas de resolver essas questões ao mesmo tempo em que asseguramos um impacto positivo no meio ambiente”, disse Fernando Garcia, vice-presidente da Vertiv América Latina. “Buscamos ativamente soluções eficientes e preparadas para o futuro, estratégias que contribuam para reduzir nossa pegada de carbono no mundo todo”.</em>Fonte: <a href="https://www.datacenterdynamics.com/br/not%C3%ADcias/cinco-tend%C3%AAncias-em-data-centers-em-2020-vertiv-aponta-crescimento-de-computa%C3%A7%C3%A3o-h%C3%ADbrida-e-busca-por-maior-conectividade-e-disponibilidade/">Data Center Dynamics</a></p>
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		<title>Disponibilidade de energia é fundamental para a Sociedade 5.0</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gmarc Soluções]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2020 18:29:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Vivenciamos um tempo de mudanças e inovações, quer seja na indústria, na economia, na ciência ou em outras áreas, quer seja no comportamento do indivíduo ou da sociedade, como um todo. Isso traz inúmeros desafios para os atores do ecossistema social, que precisam estar conectados às tendências e às formas de interações, ditadas pela evolução. [&#8230;]]]></description>
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<p>Vivenciamos um tempo de mudanças e inovações, quer seja na indústria, na economia, na ciência ou em outras áreas, quer seja no comportamento do indivíduo ou da sociedade, como um todo. Isso traz inúmeros desafios para os atores do ecossistema social, que precisam estar conectados às tendências e às formas de interações, ditadas pela evolução.</p>



<p>O contexto atual, com forte presença da Inteligência Artificial, mais parece nos lembrar um antigo filme de ficção, como “O Exterminador do Futuro” (1984) e Matrix (1999). Entretanto, se na indústria do entretenimento, a máquina podia ser capaz de vencer e/ou ameaçar a civilização humana, com relações de dominação e superioridade, na realidade, o que se apregoa é o uso do conhecimento e da produção tecnológica, para proporcionar ao ser humano, mais bem-estar, conforto e qualidade de vida – um dos fundamentos da Sociedade 5.0.</p>



<p>O Japão é o precursor da referida sociedade, com o 5º Plano Básico de Ciência e Tecnologia (2016-2020), que define políticas de inovação a serem estimuladas pelo país. A iniciativa tem como uma das premissas, a convergência de todas as tecnologias, com o objetivo de facilitar a vida dos seres humanos. Assim, o avanço tecnológico se torna um importante aliado para resolver problemas e desafios como o envelhecimento populacional, a limitação de energia elétrica, a segurança, os desastres naturais e a desigualdade social, dentre outras questões.</p>



<p>É fato que passamos pela Sociedade 1.0 – Sociedade de Caça (Simbiose com a natureza – Sustentabilidade), pela Sociedade 2.0 – Sociedade Agrícola (Organização – Inclusão), pela Sociedade 3.0 – Sociedade Industrial (Produção em massa &#8211; Máquinas) e pela Sociedade 4.0 – Sociedade da informação (Ativos intangíveis, rede – Computadores, tecnologia).</p>



<p>Agora, em uma escala de evolução, surge a Sociedade 5.0, que “não fala [apenas] sobre tecnologia, mas sobre pessoas. O que nós estamos tentando fazer é usar a tecnologia para mostrar as pessoas que elas são únicas e que a tecnologia deve ser usada para o seu bem”, declarou Yoko Ishikura, professora emérita da Universidade Hitotsubashi, fonte principal da matéria “Sociedade 5.0 tornará o mundo mais sustentável, criativo e diversificado”, de Wellington Arruda, veiculada no site IT Forum 365, em 14 de agosto de 2019.</p>



<p>&#8220;Sociedade 5.0 é uma proposta de modelo de organização social em que tecnologias como Big Data, Inteligência Artificial e Internet das Coisas (IoT) são usadas para criar soluções com foco nas necessidades humanas”, define o blog do site da FIA, Fundação Instituto de Administração, em matéria sobre o tema. “Esse modelo busca prover os serviços necessários para o bem-estar a qualquer hora, em qualquer lugar e para qualquer pessoa”, ressalta o texto.</p>



<p>Sem dúvida, em se tratando de bem-estar, algumas situações trazem a imensa necessidade de um sistema de energia com disponibilidade e qualidade. Com energia assegurada, o dia a dia se torna mais dinâmico, confortável e fluido. Por outro lado, considerando a falta de energia, o cotidiano se faz conturbado, estressante, inseguro e incerto. Por exemplo, notamos filas gigantescas em supermercados e caixas eletrônicos e o não funcionamento de máquinas industriais, portões eletrônicos, estações de trabalho, equipamentos fabris e centrais de atendimento ao cliente (dificuldade de acesso ao banco de dados), dentre outros.</p>



<p>O segmento hospitalar também sofre grandes transtornos, com a falta de energia, como os identificados na região metropolitana de Belo Horizonte (MG), por ocasião das últimas tempestades de janeiro, quando atendimentos foram suspensos e pacientes transferidos para outras unidades.</p>



<p>Mas afinal, o que fazer para manter a energia contínua? Quando se fala em disponibilidade e qualidade de energia, tais termos estão ligados à função dos nobreaks/UPS, dentre outros fatores.</p>



<p>Uma nova dinâmica social está sendo construída, alicerçada em serviços que visam ao bem-estar coletivo, promovendo a popularização de alguns hábitos (aplicativo para mobilidade urbana, entrega de comida etc.) e contribuindo para a vida mais saudável, em seus diversos cenários. Com o envolvimento de todos os atores do ecossistema social, a qualidade de vida, a inclusão e a sustentabilidade se tornarão mais palpáveis colocando os avanços da indústria 4.0, a serviço da sociedade e do planeta.</p>



<p>Fonte: Data Center Dynamics</p>
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		<title>Computação em nuvem cresce 35% ao ano no Brasil.</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2020 18:27:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Há mais de uma década os serviços da nuvem estão transformando a forma como interagimos com a tecnologia. Mais de 74% das empresas afirmam que a nuvem garantiu vantagem competitiva nos negócios. Mas como? A resposta é: por trazer resultados mais rápidos. Os serviços de nuvem facilitaram o acesso à tecnologia, possibilitando o surgimento de [&#8230;]]]></description>
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<p>Há mais de uma década os serviços da nuvem estão transformando a forma como interagimos com a tecnologia. Mais de 74% das empresas afirmam que a nuvem garantiu vantagem competitiva nos negócios. Mas como? A resposta é: por trazer resultados mais rápidos.</p>



<p>Os serviços de nuvem facilitaram o acesso à tecnologia, possibilitando o surgimento de novos negócios no mercado. A flexibilidade de consumo dos modelos de nuvem, seja pública, privada ou híbrida, viabiliza investimentos mais aderente à necessidade de cada negócio. As empresas que investem na evolução dos ambientes tecnológicos conforme a necessidade dos negócios, de maneira bem sucedida, geralmente apoiadas por consultorias agnósticas, têm, em média, 21% menos custos do que as empresas que continuam a operar grandes data centers e que hospedam a maioria de seus aplicativos no local, segundo a Pesquisa Global de Software.</p>



<p>Para dar esse passo em direção às soluções que aceleram o amadurecimento e crescimento do negócio com o uso de tecnologia é preciso atentar-se a empresas que busquem o entendimento do negócio para identificação efetiva de práticas, ferramentas e soluções, como serviço, para que o caminho traçado seja o meio otimizado para o alcance de resultados. O primeiro passo é ter uma visão muito clara do que espera obter de resultado com determinada tecnologia e, muitas vezes, até abstrair a tecnologia.</p>



<p>Terceirizando a preocupação com a infraestrutura, seja na gestão de energia, na conectividade ou na segurança, a disponibilidade deixa de ser uma questão exaustiva. Pensando nisso, recentemente a GMarc firmou parceria com a ODATA, tornando-se um canal que te aproxima de um respeitado colocation TIER III (Design e Facility) e certificação LEED.</p>



<p>Entre em contato para agendar uma visita e dar esse importante passo na direção de maior competitividade!</p>



<p><em>Fonte: Data Center Dynamics</em></p>
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		<title>Soluções Cloud Avaya</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gmarc Soluções]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2020 18:10:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“Revolucione o seu negócio, aumente a vantagem competitiva e reduza os custos corporativos através da comunicação colaborativa baseada em nuvem.” A SOLUÇÃO &#8220;A medida que a tecnologia evolui, os sistemas mudam tão rapidamente que é quase impossível acompanhar. O gerenciamento de atualizações e alterações dos sistemas e soluções tornou-se uma tarefa complicada, pois a equipe [&#8230;]]]></description>
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<p><em>“Revolucione o seu negócio, aumente a vantagem competitiva e reduza os custos corporativos através da comunicação colaborativa baseada em nuvem.”</em></p>



<p>A SOLUÇÃO</p>



<p>&#8220;A medida que a tecnologia evolui, os sistemas mudam tão rapidamente que é quase impossível acompanhar. O gerenciamento de atualizações e alterações dos sistemas e soluções tornou-se uma tarefa complicada, pois a equipe de TI precisa se concentrar em outras prioridades estratégicas, como a experiência e a segurança do cliente. Para resolver estes problemas, as empresas estão migrando para a nuvem, mas não querem parar os seus negócios para realizar essa migração.</p>



<p>O Powered By Avaya Cloud torna a sua transição para a nuvem ininterrupta e extremamente econômica aproveitando todo o portfólio da Avaya, líder de mercado de soluções de Engajamento de Equipe e Clientes. Enquanto isso, os negócios não param e seu sistema de telefonia, comunicação unificada ou central de contatos não impendem o crescimento da empresa.</p>



<p>Com a solução Avaya Cloud, para pequenas e médias empresas, você obtém o mesmo software, funcionalidade, interfaces de usuário e recursos comprovados que a solução IP Office baseada em locais em uma solução de nuvem. Com esta tecnologia, a sua empresa terá uma solução acessível e integrada de Contact Center (CC) e Comunicação Unificada (UC), permitindo todo o sistema esteja instalado e funcionando rapidamente.&#8221; (AVAYA, 2019)</p>



<p>BENEFÍCIOS</p>



<p>Aumente o potencial de comunicação, flexibilidade, segurança, competitividade e tenha redução significativa e garantida dos seus custos com Cloud Avaya!&nbsp;</p>



<p><em>Tudo o que você precisa em uma plataforma única e intuitiva:</em></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Flexibilidade – funcionalidades personalizadas</li><li>Escalabilidade – aumento das atividades do seu negócio</li><li>Comunicação unificada – engajamento total entre empresa e clientes</li><li>Segurança – integridade e segurança dos dados</li><li>Mobilidade – Integração da comunicação em qualquer lugar</li><li>Produtividade – modernize o atendimento da sua empresa</li><li>Otimização do atendimento – integração de mensagens, chamadas e gravações</li><li>Omnichannel – experiência completa do cliente em todos os canais</li><li>Dinamismo – aumento de eficiência de demandas internas e externas</li><li>Inovação – transformação completa no seu negócio</li><li>Redução de custos – personalize e aumente suas operações sem gastar muito por isso</li><li>Contact Center integrado – potencialize seu negócio aumento engajamento e efetividade</li><li>Gerenciamento – foco e estratégias voltadas ao seu negócio</li><li>Gestão Centralizada &#8211; acompanhe todo o desempenho do seu negócio em uma única interface</li></ul>



<p>DIFERENCIAIS<br></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh5.googleusercontent.com/DWzgbtIGoZch-eJan3vux5W6MPSJT1lOXErpeD_sgN_FBC6n3znhgHEYhNcDN8AtglzF13gp6m7Axq7bXo_Y9HQVeb9xI6k5002g6PjrCRw-O3MDNVSbKEJtc3nw-_NuYYpQcRcq" alt=""/></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh5.googleusercontent.com/LJKLiz2PIqAfA5XYS8CcEo3Py5ed2vsSt_1qlU1_urK-UFJLpB977sxmZ_Iy90mjk2FfVM542JpYuaeFVYWBvGgGSsckL4PYmOokFniycGbeo9ZuW8cIKOqnTuRXGGrnBXpObJE7" alt=""/></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh3.googleusercontent.com/_dla2dXJIfROE_M3_brEXNV9r-dw_NLzk489Jb3cl8ajnRmE9BE4LiCWxMYlO1ijvhJWrTH-zdVBHSt9eLqJwcOQJERt6y0ESK46YZPZcFqyxJhBf5eghB3wffoau1LkKendRFA3" alt=""/></figure>



<p>A G.MARC SOLUÇÕES</p>



<p><em>“A ética e a responsabilidade nunca foram um dilema para a G.Marc. Isso sempre esteve acima de qualquer questão.”</em></p>



<p>Com mais de 20 anos de sucesso, a GMarc é conhecida por ser uma forte integradora de soluções em Telecomunicações. Alicerçada à grandes parceiros do mercado e certificada nos principais fabricantes do setor, a GMarc se apresenta como uma empresa apta a atender a elevada demanda de criticidade em T.I. nas grandes empresas, com segurança, confiança e qualidade.&nbsp;</p>



<p>//</p>



<p>Gostou dos benefícios e recursos, mas ainda tem dúvidas se a Solução Cloud da Avaya é a melhor opção para a sua empresa? Experimente a nossa demo e acabe com qualquer indecisão, basta preencher o formulário abaixo</p>



<p><a href="https://gmarc.com.br/contato/">Entre em contato com a G.Marc e consulte um especialista em soluções</a>.</p>
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